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Requalificação da "zona das alvenarias"
Cãmara de Lisboa aprova concurso de arquitectura para o Bairro da Boavista
10-04-2013

O executivo municipal aprovou por maioria, na reunião de Câmara de 10 de abril de 2013, um concurso de arquitetura para a construção de um 'lote-tipo" para servir de base à substituição das chamadas "alvenarias" do Bairro da Boavista e construção de mais de 400 fogos novos.
Veja a proposta AQUI

O Bairro da Boavista, localizado na freguesia de Benfica e confinante com o Parque florestal de Monsanto, foi construído pela CML na década de 40 para o realojamento das famílias provenientes de barracas dos arredores e na sequência de projectos de renovação urbana, como o viaduto Duarte Pacheco. Foi alvo de sucessivas fases de realojamento, estimando-se a sua população actual em cerca de 4.000 habitantes.

Pretende-se promover a requalificação da denominada “zona de alvenaria” do Bairro da Boavista, em Lisboa, através da demolição e substituição faseada dos 510 fogos actualmente existentes nessa zona, construídos com carácter “provisório” há mais de 60 anos, que se encontram em avançado estado de degradação, com muitos deles devolutos. O espaço libertado pela demolição das construções actualmente existentes deverá ser objecto de um loteamento municipal, o qual definirá a dimensão e localização dos novos edifícios a construir, destinados ao realojamento faseado dos actuais moradores nessa zona do bairro.

Os termos de referência do concurso público de concepção arquitectónica para o edifício-tipo, preparados em cooperação com a Ordem dos Arquitectos – Secção Regional Sul, prevêem a constituição de um júri, a presidir pela Arq. Lívia Tirone e em que a Associação de Moradores do Bairro da Boavista estará representada.

O concurso visa a apresentação de soluções para o lote-tipo, estando previsto um prémio de 5.000 euros oara cada um dos cinco melhores projectos.

O concorrente premiado celebrará com a CML contrato para realização do projecto de execução do lote-tipo, que será replicado, com as devidas adaptações, em toda a zona das alvenarias a substituir.

Para o arranque do processo de realojamento e demolição das primeiras fases das alvenarias actuais, será construído um edifício com cerca de 100 fogos, inicialmente previsto para ser lançado pelo programa EPUL-Jovem, mas que será agora afecto ao