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A Paz, o Pão, Habitação, Saúde e Educação
Paula Marques, 25-04-2017

Falemos do que sabemos. Em Abril.

Do trabalho de tantas e tantos. Trabalhadoras e trabalhadores do município de Lisboa.

A CML tem mais de 25 mil casas. Onde vivem mais de 75 mil pessoas.

Uma resposta sem igual de apoio social e dignidade das famílias.
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Passo a passo, estamos a recuperar profundamente os Bairros Municipais. Recuperamos casas no centro da Cidade. Para responderem às necessidades das famílias: para novas famílias e para as que já são inquilinas da CML.

Construímos novas casas nos Bairros Padre Cruz e Boavista cumprindo uma vontade e espera de muitos e muitos anos, de toda uma comunidade! ​

Aprovámos o programa LisboaPRAtodos – arrendamento acessível na Cidade de Lisboa. Mais um passo em frente num novo ciclo de politicas de habitação. Com canalização de investimento privado para um fim público. Com responsabilidade. Com garantia de defesa do interesse público.

Fechámos processos com a idade da nossa Revolução Liberdade. Há mais de 40 anos que famílias de alguns Bairros de auto construção da nossa cidade esperavam para ver as suas casas legalizadas. Para poderem dizer: “esta casa é minha!”. E que satisfação ver a emoção de milhares de pessoas, o seu sorriso de sonho realizado do percurso de uma vida. Em discussão e decisão. Com as pessoas. Em colectivo.

Incentivamos novas formas de processos Cooperativos.

Temos rigor na atribuição e na gestão das habitações. Com regras conhecidas por todos, com direitos e responsabilidades de toda a gente. No caminho da transparência. Com a dignidade que todas as pessoas merecem.

O total do investimento da CML, em Habitação, ao longo destes anos é de 66M€.

Caminhamos para que este processo seja cada vez mais célere e eficaz. Por isso, uma das 3 principais áreas de investimento estruturante do Plano LX XXI é precisamente a requalificação da habitação. 75M€.

Os resultados são indesmentíveis: mais de mil casas atribuídas em 3 anos.

Calcorreamos ruas e Bairros. Conhecemos a Cidade e as pessoas. Muitas pelo nome. Não é só o que fazemos mas como o fazemos. Em diálogo com os principais interessados: os habitantes dos Bairros. Da Cidade. As organizações.

Dizer que nada se fez, que nada se faz é política de invisibilidade. Política de passo atrás.

Se falta fazer? Falta sim! Faltará sempre. Mas isso não nos tolhe, isso faz-nos caminhar. Queremos mais. Devemos!

Com consciência das dificuldades. Querer continuar a lutar por uma Lisboa Cidade ainda mais justa, mais livre, mais democrática. Com a firmeza, vontade e o empenho de quem quer futuro. Por saber acima de tudo, por quem estou, por quem estamos.

Do lado esquerdo do peito. Em Abril! Sem medos do caminho!

Paula Cristina Marques